Nesta terça-feira, se encerra o meu trabalho em Nova York, que foi o ápice de uma cobertura iniciada quase dois meses atrás pela editoria de Mundo com ajuda de nossos correspondentes internacionais e de outras editorias. Em 1º de agosto, o Terra colocou no ar um especial um tanto ambicioso, que pretendeu não só cobrir os dez anos do 11 de setembro, mas tentou entender que cara tem o terrorismo no século XXI e como ele moldou a maneira como vive o Ocidente após 2001.
Naquele momento inicial, discutimos como, de maneira geral, o terrorismo mudou a primeira década do século XXI (1 e 2), começando a partir da extrema-direta na Europa em função do episódio da Noruega (3 e 4). Entrevistamos filósofos sobre a legitimidade do terrorismo como ferramenta política (5, 6, 7). Discutimos o impacto do terror na economia (8) e na vida das crianças (9). Também tentamos entender a polêmica questão Islã x Terrorismo nos EUA (10), na França (11), no Reino Unido (12), na Espanha (13), no Brasil (14, 15) e sob seu aspecto histórico (16).
Abordamos o terror fora do eixo EUA-Europa-Ásia, como a Tríplice Fronteira (17) e China (18). Falamos do velho terrorismo europeu do ETA (19) e do IRA (20). Na sequência, após uma longa conversa sobre a crise da democracia (21), procuramos saber como estão Madri e Londres após os atentados de 2004 e 2005 (22, 23, 24, 25). Abordamos também como andam os esforços para enquadrar o terrorismo como crime, no Brasil e no exterior (26, 27, 28). Chegando ao fim da discussão sobre terror, tentamos projetar o futuro, repercutindo o papel da internet (29, 30, 31, 32) e falamos sobre teorias da conspiração (33). A lado cultural e da mídia no mundo pós 11/9 também foram explorados (34, 35, 36).
De Nova York, ouvimos familiares de vítimas (37, 38), brasileiros (39, 40) e pessoas que trabalharam no resgate (41) e na cobertura da imprensa (42, 43, 44), associações de familiares (45). Cobrimos diferentes eventos e exposições (46, 47, 48), contamos como evoluiu a cidade (49) e como estava o ambiente dias antes do aniversário (50, 51, 52, 53). Também fomos a exposições (54, 55). No sábado e domingo, 11/9, cobrimos mais eventos da agenda da cidade (56, 57), entramos na cerimônia oficial e demos um panorama das ruas (58, 59).
Além disso, obtivemos boas declarações da Janet Napolitano (60), secretária de Segurança Interna, e de Hillary Clinton (61), secretária de Estado. Além de contar como estava a situação em Londres (62) e em Paris (63) no domingo. Na segunda-feira, fomos à saída do 9/11 Memorial, para saber o que os primeiros visitantes tinham achado (64, 65). Durante todo esse tempo, publicamos 62 galerias (66) e 12 infográficos sobre terrorismo na década (67) e sobre o 11/9 (68). Sem falar no blog. No total, ouvimos quase 100 pessoas, desde ganhadores do prêmio Pulitzer (foram dois) até brasileiros que estavam em Nova York na época dos atentados.












concordo com vc
Qual fita eles farão para os:
2 milhões de vietnamitas
380 mil japoneses de Hiroshima e Nagazaqui
300 mil iraquianos
1 milhão (ou mais) de afegães
Que foram mortos ou queimados (napalm no Vietnam; bomba atômica no Japão) pelos NORTE AMERICANOS ??????????